T&E - Analítica






BIOEQUIVALÊNCIA FARMACÊUTICA

BIOEQUIVALÊNCIA FARMACÊUTICA – Habilitação ANVISA: 12 de julho de 2001.

 

 

O ESTUDO DE BIOEQUIVALÊNCIA/BIODISPONIBILIDADE: É aplicado a produtos novos, similares e genéricos. A ANVISA regulamenta este estudo por meio de várias resoluções. Os resultados são obtidos pela curva Farmacocinética onde se compara a curva de ABSORÇÃO e a curva de EXCREÇÃO dentro do limite de 80 a 125%.

 

 

 

   

    O estudo de bioequivalência estudo ainda não pode ser definido pela relação “iv/iv” (in-vitro/in-vivo). As medidas “in vitro” auxiliam a prever o resultado possível para este estudo, porém valores como tamanho de partícula, metabolismo de cada voluntário, entre outros, somente podem ser observados com o ensaio denominado de piloto (estudo com poucos voluntários no desenho dimensionado pelo Centro). No caso de tamanho de partícula do ativo farmacêutico o complicador é a dificuldade em se determinar esta medida no medicamento referência. Outros fatores, por mais que iguais entre formulação Teste e Referência, são os excipientes ou insumos farmacêuticos de origens e processos diferentes em seus fornecedores, desta forma a cinética de absorção e excreção podem se diferenciar. Neste último, uma das metodologias que permite observar as características de solubilidade em entalpia (exotermia e endotermia) é a obtenção de termogramas comparativos por DSC (Differential scanning calorimetry ou Calorímetro Diferencial de Varredura), o qual permitirá avaliar se as energias de solubilização do formulado se igualam.

 

Os mecanismos “in vivo” dependem do biotibo do voluntário e da disponibilidade do fármaco ao meio sistêmico. Para início do estudo é necessário protocolo aprovado por CEP/CONEP.

  

SINEB (Sistema Nacional de Informações de Estudos de Equivalência Farmacêutica e Bioequivalência):  Os estudos a serem realizados ou realizados devem obrigatoriamente serem inseridos neste sistema “on line” da ANVISA, para serem válidos e conhecimento prévio. Para iniciar um estudo de Bioequivalência é necessário ter-se concluído o estudo de Equivalência farmacêutica a qual é também, inserida no SINEB.

    O estuo de PDC (Perfil de Dissolução Comparativo) necessários para o estudo de Bioequivalência/Biodisponibilidade sendo, também, obrigatoriamente inserido no SINEB.

 

Clínica:  Unidade clínica própria e corpo clínico com diversas especialidades médicas, costumeiramente direcionadas de acordo com a droga em estudo. Possui 36 leitos hospitalares, UTI, sala de recreação, Uniforme próprio, Dispensação, Alimentação com Nutricionista, Exames de acompanhamento, entre outros. Os estudos são acompanhados por profissionais da saúde, como enfermeiros, auxiliar de enfermagem, técnicos de enfermagem e médicos.

    Protocolo realizado por Médicos e Farmacêuticos, em desenhos Clínicos diversos: 2x2, replicado 3x3, 4x4, escalonado, paralelo, estudo de associação.

·         Estudos com drogas de alta complexidade e variabilidade intra-individual elevada.

·         Estudo de medicamentos de diversas classes terapêuticas, incluindo oncológicos, hormônios, aerossóis orais e sprays nasais. Os protocolos são submetidos diretamente ao CEP (Comitê de Ética e Pesquisa) ou, também, submetidos a ANVISA para aprovação prévia do estudo ou do desenho do estudo.

 

O centro T&E Analítica trabalha apenas com voluntários hígidos (saudáveis) ou seja não paciente.

 

Bioanalítica

Oferecemos mais de 200 métodos validados em matrizes biológicas (sangue, plasma e urina) com limites de quantificação extremamente baixos, utilizando de metodologias como: LCMSMS,

 

Estatística

    Durante o estudo acompanha-se com estatística desenvolvida internamente no Centro T&E, após conclusão do estudo utiliza-se do software WinNonLin em sua versão mais recente, com isso obtendo-se resultados em consonância com as normas da ANVISA. Abaixo uma curva média de todos os voluntários participantes considerado bioequivalentes em seus parâmetros.

 

Resultado de imagem para curvas de biodisponibilidade relativa/bioequivalência

Observação da ANVISA: as certificações a partir de 08 de outubro de 2014 seguem a RDC n°56, de outubro de 2014, segundo a qual a etapa estatística não é mais considerada uma etapa isolada do estudo de bioequivalência. A RDC já mencionada explica ainda que a estatística se encontra incluída na etapa clínica, uma vez que participa de atividades de planejamento do estudo, tamanho amostral, entre outros. A CETER permanece controlando as informações dos responsáveis pela área estatística, mas não há publicação no site, pelas razões explicitadas acima.

Venha nos conhecer!

Visite nossas instalações e unidades clínica e bioanalítica e converse com nossos profissionais especializados em estudos de Bioequivalência Farmacêutica/ Biodisponibilidade Relativa.

 

TÉCNICAS ANALÍTICAS

As técnicas analíticas estão em função das características da molécula e de sua concentração estimada no fluído biológico (sangue, plasma, urina, fezes, fluído lacrimal).

   O processo de concentração normalmente utilizado é a extração Líquido-Líquido, porém outras extrações como SPE (Solid Phase Extraction), SPME (Solid Phase Micro Extraction), SBE (Stil Bar Extraction) e outras, poderão ser utilizadas para obter o Limite de Quantificação desejado. Tanto para orgânicos como para metais.

   Os Limites de Quantificação variam de nanogramas/mL, picogramas/mL  a fentogramas/mL. O centro T&E tem equipamentos com detectabilidade suficiente para até fentogramas/mL

·         Cromatografia em fase Gasosa (GC – FID- ECD-TCD-MS-Head Space);

·         Cromatografia em fase Líquida (UPLC ou HPLC- UV/Vis; Fluorescência; ELSD);  Determinação da pureza de pico utilizando do DAD.

·         LC-MS/MS: Espectrometria de Massas acoplada ao HPLC ou UPLC; (API 5500, Waters Quattro Premier XE para fast column e 3µm a 600barr em HPLC e Waters TQD com UPLC);

·         ICP- OES (Plasma Induzido-Simultâneo e Sequencial); AA - (Absorção Atômica) e FC (fotometria de chama).

 

 

VENHA CONHECER NOSSAS INSTALAÇÕES E EQUIPES