T&E - Analítica






DESENVOLVIMENTO E VALIDAÇÃO ANALÍTICO

 

 

SOBRE O DESENVOLVIMENTO ANALÍTICO DE UM MÉTODO DE TEOR

 

     É talvez a etapa mais complexa da busca por uma técnica analítica, pois envolve, recursos matérias e humanos. Recursos materiais em função da detectabilidade de todos os possíveis componentes (impurezas ou substâncias relatadas) presentes no produto final e garantir que não haja interferências impactantes, dessas impurezas na quantificação do teor do ativo (fármaco). Várias são as técnicas para desenvolver metodologias de teor quer do ativo ou de impurezas. A preferência, na farmacêutica, recai para equipamentos separativos, prioritariamente por Cromatografia em fase Líquida (HPLC) se possível com detecção por absorção à luz ultravioleta. Porém uma gama de detectores da HPLC poderá ser necessária, dependendo da estrutura da molécula. A Cromatografia em fase Gasosa (CFG) em seus diferentes detectores pode ser mais simples para resolver o desenvolvimento.  

DESENVOLVIMENTO:  Duas definições são importantes:

 

     I.        CONDIÇÃO ANALÍTICA: é a condição operacional do equipamento no qual observa-se o sinal do ativo (fármaco) eluindo de forma majoritária. A condição analítica, por si só, não constitui um método analítico indicativo de estabilidade,

   II.        MÉTODO ANALÍTICO: é a Condição Analítica submetida a desafios, como precisão, exatidão, linearidade, recuperação, robustez, limites, entre outros. Neste momento a parceria com o patrocinador é fundamental.

 

Há várias formas de se iniciar um desenvolvimento.

·         Fácil: encontrar uma condição analítica ou método, disponível em pesquisa bibliográfica, para aquele fármaco naquele produto.

·         Média Dificuldade: encontrar uma condição analítica ou método, disponível na pesquisa bibliográfica para aquele fármaco, ou fármaco de estrutura semelhante em formas farmacêuticas distintas.

·         Complexo: após ter ensaiado o Fácil ou de Média Dificuldade e os mesmos não responderem satisfatoriamente para o produto em análise.

·         Difícil: não encontrar referências bibliográficas sobre aquela molécula, ora inserida no formulado em análise.

 

VALIDAÇÃO: A validação de teor e ou impurezas, segue RDC 166 de 24 de julho de 2017.

 

 

EXPERIÊNCIA: 

Para a análise do Fácil e Média Dificuldade, e principalmente do Complexo e Difícil a T&E Analítica possui larga experiência nesses 20 anos de existência. Possui os recursos materiais e humanos para um desenvolvimento sustentável e indicativo de estabilidade.

 

   Ainda considerando a complexidade, num formulado, poderá haver mais de uma substância a ser analisada, em alguns casos encontram-se 2 a 5 compostos e se considerarmos complexos vitamínicos, podemos chegar a mais de 10 compostos. Nestes casos o Centro T&E procura obter condição analítica que contenha o máximo de ativos com a finalidade de reduzir equipamentos, tempo e obviamente custos.

     Em se tratando de HPLC duas são as situações a se observar, em função da estrutura da molécula além de o próprio formulado apresentar interação com os excipientes presentes interferindo no processo separativo. Desta forma a busca, considerando a HPLC, poderá recair para a cromatografia em Fase Normal (trabalhosa operacionalmente) ou Fase Reversa a qual permite maior flexibilidade operacional e aceita em vários detectores acoplados ao HPLC. Já para a CFG haverá necessidade de molécula apresentar-se volátil, para tal o Centro T&E tem experiência em análise tal qual do produto ou então derivatizado para atribuir volatilidade. Enfim o Centro T&E estará preparado para atender a necessidade de desenvolvimento de sua empresa.

Após a determinação da CONDIÇÃO ANALÍTICA o Centro T&E pode realizar a Validação ou a própria empresa pode realiza-la e se necessário com nosso acompanhamento, orientação e ou a validação na própria empresa.

Matrizes ou Produtos Formulados e Matéria Prima.

 

   O Centro T&E Analítica tem experiência em diversos tipos de produtos, como:

 

·         Farmacêutica: teores em qualquer matriz, incluindo fitoterápicos (podendo utilizar do procedimento QuEChERS), vitaminas e produtos ao nível de macro e micro teores;

·         Veterinária: processo semelhante ao de fármacos;

·         Rações, Mix e Alimentos: metodologias diversas, que constam de preparação de amostra, extraçõe, entre outras;

·         Especiais: química, petroquímica, aromas, cosméticos, casos especiais (incrustações, etc).

 

 

TÉCNICAS ANALÍTICAS

 

IDENTIFICAÇÃO E QUANTIFICAÇÃO:

Para a identificação e quantificação as técnicas analíticas estarão em função da molécula e dos recursos analíticos a ela empregados, dentre as técnicas mais utilizadas estão:

·         Cromatografia em fase Gasosa (GC – FID- ECD-TCD-MS-Head Space);

·         Cromatografia em fase Líquida (UPLC ou HPLC- UV/Vis; Fluorescência; ELSD);

·         LC-MS/MS: Espectrometria de Massas acoplada ao HPLC ou UPLC; 

·         ICP- OES (Plasma Induzido-Simultâneo e Sequencial); AA - (Absorção Atômica) e FC (fotometria de chama);

·         DSC; TG/DTG; IVFT; UV/Vis; Microscopia de alta resolução, ensaios por via úmida; entre outras;

·         RMN H e C; Difração X;

·         Determinação da pureza de pico utilizando do DAD;

·         Microbiologia;

 

 

 

ABERTURAS DE AMOSTRAS: 

Para a análise de inorgânicos como: Metais, semi-Metais, ametais, compostos orgânicos ou orgânico-metálico (complexos ou quelatos), normalmente, a amostra é destruída, quer por solvatação, por desidratação sulfúrica seguida de oxidação nítrica ou por peróxidos, obtenção de cinzas em diferentes temperaturas, reações em via úmida como via seca, reações tipo Schonninger, Mufla, micro-ondas, entre outras, com a finalidade de obter o elemento em estado de solubilização para a introdução na técnica determinada.

 

No caso de metais, o instrumental disponibilizado pelo Centro T&E Analítica estão:

·         ICP- OES (Plasma Induzido-Simultâneo e Sequencial);

·         AA - (Espectrômetro de Absorção Atômica);

·         FC (Fotometria   de Chama);

·         Análises com geração de hidretos;

·         Análises por volumetria e potenciometria, complexiométricas;

 

EXTRAÇÕES:

   No processo de desenvolvimento, em muitas situações faz-se necessário em alguma etapa, realizar a extração do ativo, quer na forma tal qual ou na forma derivatizada. Para as extrações o Centro T&E procura atualização constante e cita-se as mais utilizadas: extração L-L, SPE, SPME; SBSE, extrações a frio ou a quente, “Head Space”, entre outras. Extrações com pHs programados, e muitas vezes o “clean-up” utilizado do processo QuEChERS, o qual é descrito abaixo de forma resumida:

  QuEChERS (Quick, Easy, Cheap, Effective, Rugged, Safe -  Rápido, Fácil, Barato, Eficaz, Robusto, Seguro)

 

     I.        O método QuEChERS é um método moderno de preparo de amostra para determinação multiresíduo de pesticidas em alimentos por métodos cromatográficos acoplados à espectrometria de massas.

   II.        Baseia-se na extração da amostra com acetonitrila contendo 1% de ác.acético e partição líquido-líquido simultânea, formada pela adição de sulfato de magnésio anidro e acetato de sódio.

 III.        A extração do método consiste em colocar, em um tubo de centrífuga, 1 mL de acetonitrila contendo 1 % de ácido acético e adicionar 0,4 g de sulfato de sódio anidro e 0,1 g de acetato de sódio anidro por grama de amostra.

 IV.        A seguir o tubo deve ser centrifugado a 3000 rpm e uma porção do extrato é transferida para um outro tubo contendo 50 mg de um solvente de amina primária secundária (PSA) e 150 mg de sulfato de magnésio por mL de extrato.

   V.        A dispersão da matriz em fase sólida (DSPE-Dispersive Solid Phase Extraction)– QuEChERS- é utilizada principalmente, para remover componentes polares da matriz (ácidos orgânicos, alguns pimentos e açúcares)

 VI.        Após a mistura e centrifugação, o extrato é analisado.

 

 

MICROBIOLOGIA:

Análises microbiológicas para produtos estéreis, não estéreis e antineoplásicos

Determinação de Teor – Desenvolvimento e Validação, entre outros ensaios:

 

·         Coliformes Termo tolerantes;

·         Pesquisa de Salmonela;

·         Contagem de células viáveis;

·         Challenge test (teste de desafio);

·         Endotoxinas LAL;

·         Fungos;

·         Esterilidade;

·         Determinação de teor (potência);

·         Análise de vitaminas;

·         Ensaio em tampas e frascos de envase;

·         Apoio a cozinhas de restaurantes em contaminações;

·         Amostragem e análise de ar de processo e de envase;

·         Análise de validação de processo;

·         Verificação de contaminação industrial.

 

 

Outras situações, não deixe de nos contatar. A troca de informações técnicas, poderá resultar em solução para o problema da vossa empresa.