T&E - Analítica





EQUIVALÊNCIA FARMACÊUTICA

(Fármacos e Inalatórios)

 

 

EQUIVALÊNCIA FARMACÊUTICA - Habilitação ANVISA: 26 de julho de 2001.

(Habilitação: Equivalência Farmacêutica, Dissolução/Perfil de Dissolução e Bioisenção)

 

   A Resolução RDC nº 31 de 11 de agosto de 2010, conceitua a Equivalência Farmacêutica e Perfil de Dissolução como se segue:

 

     I.        Estudo de Equivalência Farmacêutica: conjunto de ensaios físico-químicos e, quando aplicáveis, microbiológicos e biológicos, que comprovam que dois medicamentos são Equivalentes Farmacêuticos;

   II.        Estudo de Perfil de Dissolução Comparativo: ensaio analítico com coletas em múltiplos pontos para a avaliação da dissolução de uma determinada substância ativa comparando duas formulações;

 III.        Equivalentes Farmacêuticos: são medicamentos que possuem mesma forma farmacêutica, mesma via de administração e mesma quantidade da mesma substância ativa, isto é, mesmo sal ou éster da molécula terapêutica, podendo ou não conter excipientes idênticos, desde que bem estabelecidos para a função destinada. Devem cumprir com os mesmos requisitos da monografia individual da Farmacopéia Brasileira, preferencialmente, ou com os de outros compêndios oficiais, normas ou regulamentos específicos aprovados/referendados pela Anvisa ou, na ausência desses, com outros padrões de qualidade e desempenho. Formas farmacêuticas de liberação modificada que requerem reservatório ou excesso podem conter ou não a mesma quantidade da substância ativa, desde que liberem quantidades idênticas da mesma substância ativa em um mesmo intervalo posológico;
Outros conceitos podem ser atribuídos a Equivalência Farmacêutica e ao Perfil de Dissolução: Equivalência Farmacêutica refere-se à um estudo “iv” (in vitro) comparativo pela realização de ensaios físico-químicos e até mesmo microbiológicos e biológicos entre duas formulações, na qual uma delas é o medicamento teste e a outra, o medicamento comparador (indicado pela ANVISA). Perfil de dissolução comparativo refere-se a uma avaliação comparativa da dissolução de uma ou mais substâncias ativas em determinada condição analítica e múltiplos pontos de coleta para quantificação (ões).

 

O Centro T&E Analítica, EQFAR 025, é um dos primeiros Centros habilitados pela ANVISA (desde 2001), portanto com experiência comprovada em centenas de estudos realizados e aprovados pelo órgão oficial.

 

Experiência em todas as formas farmacêuticas:

   Ensaios físico-químicos de formas sólidas, semi-sólidas e líquidas; Ensaios microbiológicos para produtos não-estéreis (contagem ede microorganismos viáveis totais, pesquisa e identificação de patógenos), produtos estéreis (teste de esterilidade), de antibióticos, Ensaios biológicos (endotoxina bacteriana), Ensaios em medicamentos antineoplásicos, em Sprays e Aerossóis nasais e em medicamentos inalatórios por via oral: MDIs orais, DPIs orais do tipo disco, reservatório e de doses pré-medidas unitárias.

Alguns exemplos das formas farmacêuticas destacadas acima:

·         Comprimidos

·         Xaropes

·         Tinturas

·         Unguentos

·         Cápsulas

·         Soluções

·         Injetáveis

·         Aerodispersóides (inalatórios)

·         Óvulos

·         Gotas

·         Colutórios

·         Adesivos Transdérmicos

·         Pós

·         Suspensões

·         Cremes

·         Implantes

·         Grânulos

·         Emulsões

·         Pomadas

·         Depot

·         Supositórios

·         Elixires

·         Géis

·         Óvulos

 

               I.         Forma Farmacêutica de Liberação Imediata: forma farmacêutica em que a dose total da substância ativa é disponibilizada rapidamente após sua administração. Em ensaios in vitro apresenta, em geral, dissolução média de no mínimo 75% da substância ativa em até 45 minutos. Tal forma farmacêutica pode ainda apresentar tipos de dissoluções diferenciadas em rápida e muito rápida;

             II.         Forma Farmacêutica de Liberação Prolongada: forma farmacêutica que apresenta liberação modificada em que a substância ativa é disponibilizada gradualmente da forma farmacêutica por um período de tempo prolongado;

 

           III.         Farmacêutica de Liberação Retardada: forma farmacêutica que apresenta liberação modificada em que a substância ativa é liberada em um tempo diferente daquele imediatamente após a sua administração. As preparações gastroresistentes são consideradas forma de liberação retardada, pois são destinadas a resistir ao fluido gástrico e liberar a substância ativa no fluido intestinal;

 

 

   Experiência em todas as apresentações farmacêuticas, como define a RDC 31/2010: Estado final de apresentação que os princípios ativos farmacêuticos possuem, após uma ou mais operações farmacêuticas executadas com a adição de excipientes apropriados ou sem a adição de excipientes, a fim de facilitar a sua utilização e obter o efeito terapêutico desejado, com características apropriadas a uma determinada via de administração;

 

O Centro T&E Analítica possui enorme experiência e é habilitado para manipulação de medicamentos antineoplásicos, satisfazendo a todos os requisitos das legislações vigentes em todas as formas farmacêuticas. Desta forma, possui sala específica para preparação e manipulação das amostras, assim como, descarte segregado.

 

 

QUANDO SÃO SOLICITADOS ESTES ESTUDOS:

·          Para o registro ou renovação de medicamentos similares ou genéricos; 

·          Previamente aos estudos de Bioequivalência Farmacêutica;

·          Previamente aos estudos de Bioisenção baseada no sistema de classificação BioFarmacêutica (SCB)  conforme RDC 37/2011;

·          Alterações nos processos de fabricação, mudança de local de fabricação ou mudança de fornecedor de matéria prima, etc;

·          Ações jurídicas, exigências da ANVISA, entre outras.

Obs.: acompanhar as legislações da ANVISA que versam sobre o tema.

 

TÉCNICAS ANALÍTICAS

IDENTIFICAÇÃO E QUANTIFICAÇÃO

Para identificações e quantificações, as técnicas analíticas estarão em função da molécula e dos recursos analíticos a ela empregados. Dentre as técnicas mais utilizadas estão:

·         Cromatografia em fase Gasosa (GC – FID- ECD-TCD-MS-Head Space);

·         Cromatografia em fase Líquida (UPLC ou HPLC- UV/Vis; Fluorescência; ELSD);

·         LC-MS/MS: Espectrometria de Massas acoplada ao HPLC ou UPLC; 

·         ICP- OES (Plasma Induzido-Simultâneo e Sequencial); AA - (Absorção Atômica) e FC (fotometria de chama), Gerador de Hidreto.

·         DSC;

·         Microscopia de alta resolução

·         Ensaios por via úmida; entre outras.

·         Determinação da pureza de pico utilizando do DAD.

·         Absorção a luz UltraVioleta e Visível

·         IVFT – infravermelho transformada de Fourier

·         Osmometria

·         Dissolutor

·         Durômetro

·         Refratômetro

·         Friabilômetro

·         Karl Fischer titulométrico e coulométrico – forno de “stripping”

·         Câmara de fotoestabilidade e câmara de luz UV

·         INALATÓRIOS

o   NGI/ACI/MSLI/SPRAYTEC/MEDIDA DE PRESSÃO/SPRAY PATTERN entre outras específicas,

o   Técnicas analíticas de identificação e quantificação.

Obs.: Outras técnicas podem se utilizadas, sempre dependentes da estrutura da molécula. Tais metodologias devem ser acompanhadas de explicação científica e validadas de acordo com a resolução em vigor.

 

MICROBIOLOGIA

Análises microbiológicas para produtos estéreis, não estéreis e antineoplásicos

 

Determinação de Teor – Desenvolvimento e Validação, entre outros ensaios:

 

·         Coliformes Termo tolerantes;                 

·         Análise de validação de processo;

·         Contagem de células viáveis;         

·         Verificação de contaminação industrial;

·         Endotoxinas LAL;                     

·         Pesquisa de Salmonela;

·         Esterilidade;                                                

·         Challenge test (teste de desafio);

·         Análise de vitaminas                                  

·         Fungos;

·         Apoio a cozinhas de restaurantes em contaminações;

·         Determinação de teor (potência);

·         Amostragem e análise de ar de processo e de envase;

·         Ensaio em tampas e frascos de envase;

 

Os sistemas de dissolução oferecidos pelo Centro T&E Analítica, possuem os seguintes aparatos:

·         USP Aparato 1 – Cesta Rotatória;

·         USP Aparato 2 – Pás; 

·         USP Aparato 5 – Pá sobre disco;

·         USP Aparato 6 – Cilindro Rotativo.

Obs.: os aparatos 5 e 6 são utilizados para transdérmicos, adesivos, etc.

 

CUBAS

 

As cubas convencionais são em vidro ou poliméricas, transparentes ou âmbar. O volume e a forma das cubas são importantes para a obtenção dos resultados.

A cuba padrão de um dissolutor possui volume de 900mL, são recipientes abertos de forma cilíndrica e fundo hemisférico.

 

·         Cuba de 900mL – fundo hemisférico

·         Cuba de 900mL (Peek Vessel) -  fundo protuberante interno

·         Cuba de 500mL – fundo hemisférico

·         Conjunto de mini cubas e mini pás - 250 ml

 

Obs.: Quando da alteração de cuba, como o uso de Peek Vessel, deve-se consultar a ANVISA para a condução dos ensaios, visto possuir vortex de maior intensidade.

 

    Todo estudo inicia-se através de um protocolo e conclui-se com um Relatório e Certificado conforme padronizado pela ANVISA. As metodologias adotadas são preferencialmente as farmacopeicas (Farm. Brasileira, Farm. Americana, Farm. Britânica, Farm. Européia, Farm. Japonesa.), e quando da inexistência nestes compêndios, podemos propor o desenvolvimento de uma metodologia para os produtos ou utilização da metodologia fornecida pela empresa contratante, executando previamente à condução do estudo uma validação total ou parcial conforme RDC 166 de 24 de julho de 2017, assim como, todos outros itens são regidos por normas da ANVISA ou internacionais. A documentação: fica arquivada no centro a disposição para consulta a qualquer momento pelo contratante ou agência reguladora.